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★ SETEMBRO NEGRO  – Sessões de cinema da luta Palestina ★
★ SETEMBRO NEGRO – Sessões de cinema da luta Palestina ★

★ SETEMBRO NEGRO – Sessões de cinema da luta Palestina ★

A maior ofensiva genocida sionista em Gaza completou 700 dias em setembro, com a conivência das maiores potências do mundo e a condenação meramente verbal de países como o Brasil, que seguem mantendo laços comerciais e militares com a entidade sionista no Oriente Médio.

A Kasa Invisível promove, em parcedia com o Memorial dos Direitos Humanos Ocupado (na antiga sede do DOPS), um ciclo de filmes e debates da luta palestina com filmes atuais para seguir falando sobre Gaza e chamar atenção para o aniversário do 7 de Outubro.

Compareça, debata e mobilize-se!

🌹 1ª SESSÃO | Kasa Invisível

📅 18/09 – Quinta, 19h
“Filhas de Nakba” – Estela Vidal
2019, 37min.

🌹 2ª SESSÃO | Memorial dos Direiros Humanos

📅 29/09 – Sábado, 18h
“Um estado de devoção” – Carol Mansour e Muna Khalidi.
2024, 90min.

Sinopses:

🎬”Filhas de Nakba”:

A partir de entrevistas, o documentário percorre o histórico de mais de um século de colonização/ocupação militar na região, inicialmente realizada pelas tropas britânicas e, em seguida, pelos sionistas. O foco está não apenas nas violências diárias as quais as entrevistadas são alvo, mas em seu envolvimento na luta contra o colonialismo, nos diferentes modos pelos quais enfrentam um sistema patriarcal cujo conservadorismo é fortalecido pela ocupação militar, bem como no combate ao olhar eurocêntrico racista que as relega simplesmente como figuras submissas ou apenas como vítimas de um conflito.

🎬 “Um estado de devoção”

Após 43 dias terríveis trabalhando 24 horas por dia sob bombardeio constante nas salas de emergência dos hospitais Al Shifa e Al Ahli, em Gaza, o cirurgião reconstrutivo britânico-palestino, Dr. Ghassan Abu-Sittah, narra horrores insondáveis, desde corpos dilacerados a amputações sem anestesia, crianças órfãs sem família sobrevivente e ataques deliberados a médicos e instalações hospitalares. Por que ele faz isso? Onde ele encontra forças para enfrentá-la repetidamente? Como isso afeta sua família? A resposta reside simplesmente na devoção que compartilham esses médicos: a Palestina.

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